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	<title>gravidez - Paraná Clínicas</title>
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	<description>Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais</description>
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		<title>DIU: o que é, como funciona, vantagens e indicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paraná Clínicas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 17:02:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[contracepção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DIU: o que é, como funciona, vantagens e indicações O dispositivo intrauterino, ou DIU, é um método anticoncepcional de extrema eficácia. Atualmente, existem dois tipos de dispositivos que podem ser colocados: o sem hormônio (DIU de cobre ou prata) e o hormonal (Mirena e outros). Cada um destes métodos têm um funcionamento diferente, mas ambos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>DIU: o que é, como funciona, vantagens e indicações</h1>
<p><span style="font-weight: 400;">O dispositivo intrauterino, ou DIU, é um método anticoncepcional de extrema eficácia. Atualmente, existem dois tipos de dispositivos que podem ser colocados: o sem hormônio (DIU de cobre ou prata) e o hormonal (Mirena e outros). Cada um destes métodos têm um funcionamento diferente, mas ambos com a mesma proposta. </span></p>
<h2><b>Tipos de DIU </b></h2>
<h3><strong>DIU não hormonal</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Atua alterando o ambiente dentro do útero. Ele altera o endométrio, também a secreção que existe dentro do útero e, dessa forma, cria um ambiente que não é propício para o espermatozóide nem para o óvulo se desenvolverem. Esse tipo de dispositivo tem uma atuação local no útero. </span></p>
<h3><strong>DIU hormonal</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Funciona a partir de uma alteração no endométrio causada pelo hormônio liberado através do dispositivo. Além disso, o DIU hormonal também causa uma alteração no ciclo menstrual, mudando o processo de ovulação. Desta forma, a mulher que usa o dispositivo hormonal fica protegida. </span></p>
<h2><b>DIU x pílula </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Bruno Fogaça, ginecologista e obstetra da <a href="https://www.paranaclinicas.com.br/">Paraná Clínicas</a>, explica que as pílulas, em sua maioria, são compostas por dois hormônios e a grande diferença para o DIU é a eficácia: “O DIU Mirena e o DIU de cobre tem uma eficácia muito superior aos comprimidos. Quando observamos a taxa de falha do DIU não hormonal, por exemplo, temos 0,5% de chance de o dispositivo falhar, enquanto o DIU hormonal tem 0,3%. Os comprimidos, em geral, têm uma taxa de falha que varia de 2% a 5%, então, quando comparamos com o DIU, a taxa de falha da pílula é muito superior”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dr. Bruno também destaca a diferença sobre os efeitos colaterais dos dois métodos, explicando que a pílula pode dar alterações no estômago, causar náusea, dor de cabeça, risco de trombose e diminuição da libido. “Isso geralmente não acontece com o DIU hormonal, pois ele tem uma atuação local no útero”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os comprimidos têm um efeito sistêmico sobre o corpo, o que significa que eles agem de uma maneira que afeta vários órgãos e uma das maiores queixas das mulheres que utilizam a pílula é a inibição da libido. Os DIU’s com hormônio, por sua vez, causam uma alteração muito pequena na libido, enquanto os DIU’s sem hormônio não causam nenhuma alteração neste quesito”, esclarece o especialista.</span></p>
<h2><b>Tempo de duração</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quando falamos de pílula ou injeção, estamos falando de métodos que têm que ser usados com frequência. A pílula, por exemplo, deve ser tomada todos os dias, a injeção todo mês ou a cada três meses. Já os DIU’s, são métodos que vão durar muitos anos. Os DIU’s hormonais têm duração de cinco anos, enquanto os de cobre duram dez anos. Então, o DIU é muito mais confortável, pois não há aquela preocupação de ter que ficar tomando a pílula todo dia”, explica o Dr. Bruno. </span></p>
<h2><b>Contra-indicações </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É sempre importante passar por uma avaliação com o médico ginecologista antes de decidir colocar o DIU, pois ele vai examinar a paciente e avaliar o tamanho e a posição do útero, buscando as seguintes condições antes de fazer o procedimento:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">pacientes que tenham sangramento irregular ou sem causa específica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">alterações ou deformidades no útero;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">mioma submucoso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">pólipo endometrial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">útero mal formado (ex: útero invertido);</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">“Para garantir uma colocação adequada e a eficácia do método, o DIU precisa ficar posicionado corretamente dentro do útero. Por isso, quando há alguma alteração nessa estrutura do útero, o DIU não é tão indicado”, explica o Dr. Bruno.</span></p>
<h2><b>Como o DIU é colocado?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma de colocação é muito similar para os dois tipos de DIU, tanto o hormonal quanto o não hormonal. Costuma-se realizar o procedimento no consultório do médico ginecologista ou em centros cirúrgicos, dependendo de paciente para paciente. A colocação demora cerca de três a quatro minutos e é relativamente simples, rápida e segura. “A chance de acontecer alguma complicação após a colocação do DIU é mínima, cerca de 1%”, afirma o especialista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É importante destacar que o DIU é um dos métodos mais eficazes que existem atualmente, tendo a eficácia superior à de uma <a href="https://www.google.com/search?safe=off&amp;sxsrf=ALeKk02d93fiXN36Rb5XzMTpgQlSKlNEZQ%3A1611668269032&amp;ei=LRsQYMnCAZix5OUP8I-lOA&amp;q=laqueadura&amp;oq=laqueadura&amp;gs_lcp=CgZwc3ktYWIQAzIFCAAQsQMyBAgAEEMyBQgAELEDMgUIABCxAzIECAAQQzICCAAyBQgAELEDMgIIADICCAAyAggAOgQIABBHOggIABCxAxCDAToFCC4QsQM6CwgAELEDEMcBEKMCOgQIIxAnOggIABDHARCvAToHCAAQsQMQQ1DdoAFY1qoBYL2wAWgAcAR4AIAByAGIAacKkgEFMC45LjGYAQCgAQGqAQdnd3Mtd2l6yAEIwAEB&amp;sclient=psy-ab&amp;ved=0ahUKEwiJja-V3LnuAhWYGLkGHfBHCQcQ4dUDCA0&amp;uact=5">laqueadura</a>. Qualquer mulher pode colocá-lo, desde que já tenha iniciado a sua vida sexual e não tenha contra-indicações”, completa.</span></p>
<h2>Programa Nosso Momento</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Paraná Clínicas oferece, dentro do <a href="https://www.paranaclinicas.com.br/priori/o-que-e-o-priori/">Priori</a>, o programa <a href="https://www.paranaclinicas.com.br/priori/programa-nosso-momento/">Nosso Momento</a>, que visa o acolhimento das famílias que necessitam organizar sua estrutura familiar e tem por finalidade orientar e educar nossos beneficiários quanto aos métodos contraceptivos mais adequados para cada caso, e prevenir gestações indesejadas e de alto risco. Os principais métodos utilizados são os de barreiras hormonais e cirúrgicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse Programa esclarecemos suas dúvidas e ajudamos a escolher o melhor método para você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais </span><a href="https://www.paranaclinicas.com.br/priori/programa-nosso-momento/"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Fonte: Dr. Bruno Fogaça, ginecologista e obstetra <a href="https://www.paranaclinicas.com.br/beneficiario/rede-credenciada/">credenciado</a> pela Paraná Clínicas</span></i></p>
<p><em><strong>Leia mais:</strong></em></p>
<p><a href="https://www.paranaclinicas.com.br/noticias/movimente-se-con…a-a-melhor-idade/">Movimente-se: confira dicas de exercícios para a melhor idade</a></p>
<p><a href="https://www.paranaclinicas.com.br/noticias/figado-doencas-mais-comuns-sintomas-e-tratamentos/">Fígado: doenças mais comuns, sintomas e tratamentos </a></p>
<p><a title="Novembro Azul: não deixe para depois o que precisa ser feito hoje" href="https://www.paranaclinicas.com.br/noticias/novembro-azul-nao-deixe-para-depois-o-que-precisa-ser-feito-hoje/">Novembro Azul: não deixe para depois o que precisa ser feito hoje</a></p>
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		<title>Gestação de alto risco: respondemos suas principais dúvidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paraná Clínicas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 18:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[gestação de alto risco]]></category>
		<category><![CDATA[gestar bem]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[obstetrícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toda gestação está sujeita a riscos, mas quando acontece alguma anormalidade acima do esperado, considera-se uma gestação de alto risco. Há vários fatores e cuidados para uma gravidez com essa classificação. É super importante você ter conhecimento sobre esse tema porque tem vários cuidados que podem ser tomados antes mesmo de engravidar para evitar problemas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Toda gestação está sujeita a riscos, mas quando acontece alguma anormalidade acima do esperado, considera-se uma <strong>gestação de alto risco</strong>. Há vários fatores e cuidados para uma gravidez com essa classificação. É super importante você ter conhecimento sobre esse tema porque tem vários cuidados que podem ser tomados antes mesmo de engravidar para evitar problemas no futuro.</p>
<p>Uma gestação de alto risco recebe esse nome quando indica ameaças e complicações para a mãe ou para o bebê, podendo indicar risco de parto prematuro ou gestação interrompida. Mas, há diversos fatores que podem gerar essas consequências.</p>
<h2><strong>Fatores que consideram uma gestação de alto risco:</strong></h2>
<h4><strong> </strong><strong>Idade</strong></h4>
<p>A idade é um dos maiores agravantes na qualidade e saúde da gestação. Isso porque existe uma faixa etária considerar ideal para a gravidez, que é entre 18 e 35 anos. Se a gravidez ocorrer antes ou depois dessas idades, já é automaticamente classificada como gestação de alto risco.</p>
<h4><strong>Saúde da mulher</strong></h4>
<p>A estado de saúde atual da mulher implica muito em como será a gestação. Quando a mulher apresenta condições de saúde como obesidade, problemas na tireoide, hipertensão ou outros problemas que afetam os órgãos, naturalmente a gravidez é considerada uma gestação de alto risco.</p>
<h4><strong> </strong><strong>Patologias gestacionais</strong><strong> </strong></h4>
<p>Durante a gestação, ainda que tudo inicie bem, algumas patologias podem se desenvolver, tornando esta uma gestação de alto risco. Dentre essas doenças, são comuns pré-eclâmpsia, diabetes mellitus gestacional (DMG), trato urinário, anemia ferropriva, rompimento do colo uterino e alguns distúrbios da tireoide.</p>
<h4><strong>Reprodução assistida ou múltipla</strong></h4>
<p>A reprodução assistida e a reprodução múltipla geralmente podem apresentar altos riscos. A reprodução assistida envolve um número elevado de medicamentos que podem gerar reações. Além disso, ela geralmente resulta em uma reprodução múltipla, ou seja, quando há mais de um bebê. Esta condição sempre é considerada uma gestação de risco, que pode gerar a prematuridade, logo, a má-formação dos órgãos do bebê.</p>
<h2><strong>Dá pra minimizar o alto risco da gestação?</strong></h2>
<p>Segundo o Dr. Josias Josias Alécio Mattei, ginecologista e obstetra da Paraná Clínicas, para minimizar o alto risco da gestação, depende muito do motivo que originou esse risco. Lembrando que o alto risco pode vir por vários motivos que já citamos, como patologia já existente na mulher ou do desenvolvimento de agravos específicos da gestação (podendo ser de origem materna ou fetal),  ou ainda descompensação de alguma doença que estava silenciosa mas que a gestação fez se tornar evidente. Mas, independente disso, o médico afirma que “com certeza uma gestação planejada, seguida de consultas  pré- concepcionais e a orientação de uma equipe multidisciplinar competente ajudam, e muito, a minimizar os riscos de desfechos desfavoráveis”.</p>
<h2><strong>Gestantes de alto risco podem ter parto natural?</strong></h2>
<p>Podem sim! O Dr. Josias afirma que gestação de alto risco não é sinônimo de cesariana de forma alguma! Segundo ele, “existem algumas situações em que o risco da paciente podem indicar que a cesárea seja o procedimento mais seguro, mas isso não deve ser generalizado. Cada caso deve ser individualizado de forma criteriosa e discutido na relação médico-paciente, quando serão avaliados os riscos e benefícios de cada procedimento e onde o desejo da paciente deve ser sempre respeitado”.</p>
<h2><strong>Quais os cuidados com o pós-parto?</strong></h2>
<p>O pós-parto demanda muito cuidados, pois é um período em que a mãe está se recuperando e o bebê está em um período de finalização do seu desenvolvimento. Mas, nos casos de gestação de alto risco, o pós-parto demanda cuidados específicos que dependem do motivo que enquadrou a paciente nesse estado. Do ponto de vista ambulatorial, segundo o Dr. Josias, “deve ser feito um acompanhamento puerperal dessa gestante para explicação dos cuidados que esta deve ter e o risco dela desenvolver novamente essa situação numa próxima gestação”.</p>
<p>O Dr. Diego Esteves, obstetra da Paraná Clínicas, também esclareceu algumas dúvidas para nós em uma webserie que rolou em nossas redes sociais. Confira o primeiro vídeo da série:</p>
<p><iframe title="Gestação de Alto Risco - Dr. Diego Esteves" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/2DdzIp7xDd4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Para realizar um pré-natal excelente, com acompanhamento de profissionais qualificados e muito aprendizado sobre o tema, conheça o programa <a href="https://www.paranaclinicas.com.br/priori/programa-gestar-bem/">Gestar Bem do PRIORI</a>.</p>
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